O Golden Center. Quarta-feira de manhã. O encontro anual de operadores logísticos mais importante da Argentina.
Isso foi o 16° Encontro CEDOL, organizado pela Câmara Empresária de Operadores Logísticos com apoio da ARLOG. E se tivéssemos que ficar com apenas uma frase de tudo o que foi dito, seria esta — a de Miquel Serracanta:
“A chave são as pessoas. Os processos se melhoram. E a tecnologia, se paga.”
O contexto: entre a queda de hoje e a abertura de amanhã
Guillermo Oliveto apresentou o panorama macro com números de múltiplas fontes: inflação sustentada, queda no consumo, um mercado doméstico que ainda não se recuperou.
Não é um dado menor para o setor logístico. Menos consumo significa menos volume, menos movimentação, mais pressão sobre as margens. As empresas que sobrevivem a esse momento são as que operam com mais eficiência — não as que mais faturam.
Mas há uma segunda leitura. Se o modelo de abertura comercial atual se mantiver, nos próximos 4 anos o mercado argentino vai mudar de forma estrutural. Já há empresas de todo tipo se posicionando: Decathlon, H&M, marcas de relógios de luxo, players chineses como Temu. Empresas acostumadas a operar com cadeias logísticas de outro nível, em mercados muito mais competitivos.
Para as empresas de logística argentinas, isso é uma oportunidade — e também uma pressão. Quem não estiver pronto operacionalmente quando essa demanda chegar vai ficar de fora.
A chave são as pessoas
A frase de Miquel Serracanta resume algo que o setor discute há anos, mas que poucas empresas aplicam de verdade.
Os processos podem ser otimizados. A tecnologia pode ser comprada. Mas o comprometimento real de um motorista — aquele que faz ele cuidar do veículo, chegar no horário, não gerar incidentes — isso não se compra nem se sistematiza da noite para o dia.
E é exatamente aí que está a diferença entre frotas que vão absorber bem o crescimento que vem e as que vão afundar em rotatividade, acidentes e custos operacionais fora de controle.
Por que isso importa agora
A janela de 4 anos mencionada no encontro não é um horizonte distante. É o tempo que as empresas logísticas argentinas têm para construir equipes comprometidas, processos sólidos e uma operação que possa escalar.
Apostar hoje no comprometimento do motorista — não apenas no controle — é exatamente isso: preparar a operação para o que vem.
O scoring conductual com gamificação não é uma ferramenta de vigilância. É uma forma de o motorista ter uma razão interna para melhorar, antes que o mercado obrigue a melhorar por pressão externa.
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Evento: 16° Encontro CEDOL · Golden Center, CABA · Organizado por ARLOG e CEDOL